THE BATMAN | Diretor fala sobre a sua visão do herói para o filme

Como todos já sabemos, Matt Reeves é o diretor do filme The Batman, que vem por aí.

O projeto teve muitos altos e baixos, e até então, não há uma data de lançamento; mas isso mudará num futuro próximo, com certeza. É claro que o diretor soará familiar por boas razões: o cineasta é o homem por trás de sucessos como Cloverfield – Monstro (2008) e Planeta dos Macacos: O Confronto (2014), que são dois sucessos comerciais e de crítica.

O diretor tem um novo filme dessa cronologia chegando em 14 de julho e, enquanto o promove, também discute a sua pegada com Bruce Wayne/Batman e a similaridade que o personagem tem com César, da franquia Planeta dos Macacos:

“É uma coisa estranha estar envolvido nas duas franquias, que eram as duas às quais eu era conectado quando criança. Eu era obcecado pelo Batman quando era pequeno. O que eu acho tão interessante nele como personagem é que, no que diz respeito ao super-herói, ele não é um super-humano… ele é uma pessoa. E ele é uma alma torturada, que está lidando com o seu passado e tentando encontrar um jeito de estar num mundo que tem muita coisa errada e de se reconciliar com tudo isso… É um personagem realmente muito forte, da mesma forma que César (Planeta dos Macacos) também é um personagem muito forte.”

A entrevista também menciona que Reeves tem estado ocupado preparando detalhes finais em Planeta dos Macacos: A Guerra, e por isso ainda não teve tempo para solidificar o seu approach ao personagem em The Batman. Isso não deveria ser um problema, já que Batman se engajará antes em Liga da Justiça, que será lançado em novembro.

Conforme supracitado, o longa do Morcego de Gotham não tem data de lançamento.

Fonte: Heroic Hollywood, ComicBook

Slip Questão

Acadêmico de tecnologia, fã de séries, animes e filmes, programador, editor de vídeo, legendador, tradutor, leitor da DC Comics e guitarrista. Carioca nem sei o porquê. Mas acredita que o melhor sabor de pizza é de calabresa, que tempo bom é frio e chuvoso, e que a guitarra que toca nunca será mais importante do que a música que escuta.

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