Música
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CRÍTICA | “Humanz” é a nova aposta da banda Gorillaz

Poron Abril 29, 2017
Detalhes
 
Artista
Álbum
Ano
Positivos

Originalidade;
Várias Colaborações;
Sem faixas repetidas.

Negativos

Menos participação do vocalista;
Mais faixas com vozes fora da banda, do que faixas com os integrantes.

Nota do editor
 
Letras
75%

 
Produção
80%

 
Arranjo
80%

Pontuação Total
80%

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Nota dos usuários
 
Letras
67%

 
Produção
90%

 
Arranjo
81%

Classificação dos usuários
7Classificações
79%

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Desde o álbum Demon Days de 2005, a banda composta por animações com muito ritmo tem tentado se inovar em todos os sentidos, abandonando o rock alternativo e explorando linhas mais fundas do pop. Depois de tentativas de sucesso nos anos seguinte, com os álbuns D-Sides (2007), The Fall (2010) e Plastic Beach (2010), será que a banda conseguiu superar o primeiro álbum?

A resposta pode ser encontrada já na segunda faixa do álbum, a banda recorreu a vários artistas para participarem das músicas, deixando de lado a voz principal(Feita pelo fictício cantor 2D) e focando no pop que agora aparece em tons obscuros, chegando no limite do gênero.
Nenhuma faixa busca criar hinos, o que deixa o álbum naturalizado, além de mostrar que os organizadores do mesmo estavam despreocupados e graças a isso, as faixas se diferem muito umas das outras, impedindo que aconteça o efeito maçante.
Mas, mesmo com tudo isso, o álbum peca em não buscar originalidade no quesito banda, colocando tantas parcerias que não dá para sentir uma presença da mesma, essa avulsividade faz com que um fã árduo da banda fique um tanto aborrecido, pois, não haviam músicas da banda a 7 anos.

No fim, o Álbum é original, transforma o gênero e tira a saudade dos fãs, apenas isso! Esperamos pelo próximo com esperança.