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THE FLASH | O Retorno da Galeria de Vilões no Rebirth

by on março 2, 2017
 

Após o início da nova fase da DC Comics intitulada Rebirth, já tivemos grandes histórias focadas no velocista escarlate, dentre elas um que iniciou logo na edição #02 do herói.

Nela, uma tempestade de relâmpagos oriundos da Força de Aceleração (F.d.A), ocasionada pela gangue Buraco Negro, dá a certa quantidade de cidadãos poderes similares aos de Flash. Tem-se, portanto, na edição posterior, diversas pessoas até então comuns correndo em alta velocidade por toda a Central City.

Flash, juntamente com uma equipe do STAR LABS, ajuda os atingidos a manipularem seus poderes da melhor forma possível. Toda uma trama é discorrida neste tempo, incluindo a aparição de Godspeed, e você pode conferir tudo isso nas edições #02 a #08.

Neste ínterim, a Galeria de Vilões (em inglês: Rogues) sai de Central City sem deixar vestígios. A ausência de Capitão Frio e sua equipe começa a intrigar Barry Allen/Flash por volta da edição #14.

É interessante destacar que, no capítulo #15, todo o plano da Galeria ─ ou parte dele ─, é descoberto pelo velocista, e a forma como os vilões arquitetaram todos os movimentos que deveriam fazer foi incrível. O Mestre dos Espelhos demonstra seu novo truque, a saber: a criação de um “Flash de cacos de vidro”, que reflete todos os movimentos do Velocista Escarlate — podendo, inclusive, copiar e reproduzir seus poderes.

Um ponto interessante, quando o Flash enfrenta novamente seus icônicos antagonistas, é que ele se aborrece com o fato de eles nunca terem mudado; afinal, como se pode observar outrora nas HQs do velocista pré-Rebirth, eles (Galeria) o ajudaram a derrotar Edward Nygma, o Charada, que havia tomado Central City (The Flash #48 – #52).

Em razão desse auxílio, não somente o herói acreditava na conversão dos vilões, mas boa parte de Central City também pensava igual — incluindo Iris West. Entretanto, podemos ver nas edições supracitadas que ainda felizmente teremos Capitão Frio e toda a equipe lutando contra o velocista.

Ao final da edição #16 (última desenhada até o momento em que esse artigo foi escrito), Capitão Frio termina congelando o Flash e apontando uma arma para sua cabeça, a qual ele intitula de “Gelo Zero”, posto que esta é semelhante à sua outra arma de gelo, porém mais aperfeiçoada através das tecnologias do Buraco Negro.

É de se comemorar o notável retorno da antiga Galeria, inclusive com os uniformes clássicos, que deram as caras na medida do possível; o atrito, a relação entre Snart (Cap. Frio) e Flash está de volta no mesmo nível que sempre fora nas histórias antigas. Ressalte-se que o código de ética de “não matar” ainda permanece, mas a forma deles pensarem em conjunto sofreu um belíssimo upgrade, o que abre espaço para histórias emocionantes que prenderão os leitores.