Crítica – Batman Rebirth #1, a estreia mais fraca da nova fase!

Se há uma unanimidade nos Novos 52,  é a mensal do Batman. Escrita por Scott Snyder e desenhada por Greg Capullo, inovou conceitos e personagens que de certa forma com o tempo foram se tornando batidas e sem sal. Sendo assim, sua primeira edição na Rebith foi escrita por Snyder e Tom King. King irá assumir a mensal no lugar de Scott Snyder, que assumirá Batman All Stars, ao lado de John Romita Jr.

A história começa com o embate de Batman e Homem – Calendário, este que soltou esporos no ar que aceleram a passagem das estações,  Julian Day de alguma forma é o condutor dessa anomalia. Já que se tornou literalmente um Homem – Calendário, que morre no inverno, troca de pele e renasce um homem no seu auge.

Batman - Rebirth (2016) 001-010

Tendo em vista essas inovações, estava esperando um início que nos levaria rumo para um caminho mais diferente. Acabei me decepcionando, não que a edição esteja ruim, ela apenas não inovou. Reaproveitou conceitos batidos, como por exemplo, o novo Robin (não, ele não se chamará Robin).

Batman - Rebirth (2016) 001-012

Como ficamos sabendo, agora temos três coringas. Uma atitude no mínimo estranha da DC, mas esperava um vislumbre do futuro desse arco, na verdade o que tivemos foram um  emaranhado de enrolações. Ao meu ver a história não anda para frente, ela dá um passo para trás. Vamos ficar na torcida por uma melhora nas próximas edições seguintes.

Caio Vinícius

Após a mordida de um gafanhoto radioativo, ganhou poderes sem igual. Com isso, jurou combater o crime com tamanha destreza !

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