As histórias por traz de Invocação do Mal: O Caso de Amityville

Invocação do mal 2 está fazendo um grande sucesso mundo afora, o longa que é inspirado em um dos casos mais diabólicos do casal Warren também abordou logo no início da trama um outro caso tão tenso quanto o que foi apresentado no decorrer do filme. Trata-se do caso de Amityville, e é sobre ele que irei escrever hoje.

Alguns dizem que toda casa tem seus segredos, porém, nenhuma tem tantos quanto uma certa residência em Amityville, no Estado de Nova York, localizada no antigo número 112 da Ocean Avenue. A verdadeira tragédia e os supostos fenômenos que ocorreram nessa casa serviram de inspiração para diversos livros, filmes, programas de rádio, televisão e noticiários.

As histórias por traz de Invocação do Mal: O Caso de Amityville
Defeo, preso após os crimes de Amityville

Na noite de 13 de novembro de 1974, Ronald “Butch” DeFeo, de 24 anos, entrou pela porta do Henry´s Bar, na cidade de Amityville. Ao chegar no pequeno bar, Ronald disse que alguém havia baleado seus pais. Ele convenceu os frequentadores do estabelecimento a acompanhá-lo de volta a sua casa. Ao chegarem no número 112 da Ocean Avenue, se depararam com uma cena terrível: seis pessoas mortas a tiros, de bruços e com as mãos na cabeça. As seis vítimas foram identificadas como a família de Ronald DeFeo:

  • sua mãe e seu pai, Ronald e Louise DeFeo;
  • seus irmãos, John, de 9 anos e Mark de 12;
  • suas irmãs, Allison, de 13 anos e Dawn de 18.

Após ser interrogado durante horas pela polícia de Amityville, Ronald DeFeo mudou sua história inicial, afirmando que a Máfia estaria envolvida nos assassinatos, e por fim confessou ter matado sua família. Em seu julgamento, DeFeo alegou que na noite dos crimes, ele teria ouvido vozes que o obrigaram a cometê-los. 

Quando lhe perguntaram porque cometeu ele tamanha atrocidade ele adiantou: “Eu não matei a minha família, eles iam matar-me. O que eu fiz foi em auto-defesa e não há nada de errado com isso. Quando tenho uma arma na mão, não há duvida nenhuma sobre quem eu sou. Eu sou Deus”.

A certa altura do julgamento, declarou: “sempre que olhava ao meu redor, não via ninguém, então deve ter sido Deus que falava comigo”. DeFeo foi condenado a seis penas de prisão perpétua consecutivas na Penitenciária Greenhaven, em Nova York. Sua liberdade condicional foi negada, em 1999.

No dia 18 de dezembro de 1975, mais de um ano após os assassinatos da família DeFeo, o jovem casal George e Kathy Lutz mudou-se para a casa no número 112 da Ocean Avenue com seus filhos Daniel, de 9 anos, Christopher, de 7 e Missy, de 5. Depois de 28 dias, a família Lutz abandonou a casa, alegando que ela era assombrada.

A primeira experiência anormal aconteceu quando o casal pediu ao padre e amigo da família, Frank Ralph Pecoraro para que benzesse a casa, enquanto eles realizavam a mudança. Ao andar pela casa, o padre teria ouvido uma grave voz masculina que dizia: “Saiam daqui!”. Após a visita, o padre percebeu que seu carro começara a apresentar problemas. O capô levantou-se abruptamente, estilhaçando seu pára-brisa, a porta do passageiro foi aberta, os limpadores de vidro começaram a funcionar sem que ninguém os tivesse acionado e, por fim, seu carro ficou atolado.

Anos depois, acontecimentos paranormais semelhantes começaram a acontecer na casa, como portas e janelas que abriam e fechavam abruptamente, vasos sanitários escurecidos, cruxifixos que viravam de cabeça para baixo, enxames de moscas que surgiam sem motivo aparente, e o lodo esverdeado que vertia dos tetos e fechaduras das portas. Além disso, o Sr. Lutz encontrou um quarto secreto no porão, que não aparecia nas plantas da casa. Esse cômodo era pintado de vermelho e cheirava a sangue e ovos podres.

Lutz afirmou ter visto um rosto na parede, o qual mais tarde reconheceria como sendo o de Ronald “Butch” DeFeo. Enquanto moravam na casa, a Sra. Lutz declarou que sentia mãos invisíveis a agarrando e que, numa certa manhã, teria acordado coberta de vergões, como se tivesse sido queimada com ferro quente. O casal declarou ter notado mudanças drásticas na personalidade um do outro e na de seus filhos enquanto viviam na casa. Além disso, a família Lutz afirmou ter visto diversas aparições pela casa, incluindo a de uma pessoa que usava um capuz branco e estava ferida a bala, que assombrava a sala; e a de um porco gigante de olhos vermelhos ofuscantes que aparecia do lado de fora das janelas para espiar o que acontecia dentro da casa. A pequena Lutz costumava dizer a sua família que o porco era o seu amigo “Jodie”.

Que tipo de força sobrenatural poderia influenciar um homem a assassinar sua família e fazer com que um jovem casal abandonasse sua “casa dos sonhos”? Melhor ainda, por que faria isso?

Porque não fugiram as crianças quando ouviram os primeiros tiros? Porque motivo foram todas as vítimas encontradas na mesma posição? Ter-lhes-ão ordenado que ficassem de barriga para baixo? Os peritos puseram de parte a teoria de que eles teriam sido assassinados noutro local e depois colocados naquela posição. Porque razão não ouviram os vizinhos os tiros?

Mais tarde, uma equipe de investigadores foi à casa para tentarem descobrir mais qualquer coisa de sobrenatural. De entre muitas fotografias, uma delas captou uma criança espreitando de um dos quartos. (veja a baixo).

Amityville-Fantasma-Menino

 Durante a investigação a criança não foi vista por ninguém e não havia crianças juntamente com o grupo. 

Então é isso pessoal, espero que tenham gostado dessa sessão “Terror” da página, compartilhem, deem like, deixem seu comentário, se gostarem poderei trazer mais casos do tipo 🙂

Confira a nossa Crítica de Invocação do Mal 2!

Raysom

Bacharel em Administração, DCnauta de coração, empreendedor viciado em chá, guitarrista aposentado, co-fundador da DC Brasil Club, Sindicato Nerd e Marvel Brasil Club.

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